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Medicina Geriátrica

Saúde do idoso

5 estratégias científicas para reduzir gordura visceral

Adotar hábitos mais saudáveis no dia a dia pode contribuir para a redução da gordura visceral, tipo de gordura que se acumula ao redor de órgãos como fígado, pâ

Por Cristina Leroy Silva2 min de leitura
5 estratégias científicas para reduzir gordura visceral
5 estratégias científicas para reduzir gordura visceral

Adotar hábitos mais saudáveis no dia a dia pode contribuir para a redução da gordura visceral, tipo de gordura que se acumula ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino e está associada ao aumento do risco de diversas doenças crônicas.

Diferentemente da gordura subcutânea, localizada logo abaixo da pele e responsável pelo contorno corporal, a gordura visceral envolve os órgãos internos e pode comprometer seu funcionamento quando está em excesso.

Especialistas alertam que mesmo pessoas com peso considerado adequado podem apresentar níveis elevados desse tipo de gordura. O acúmulo está relacionado a inflamação crônica, alterações hormonais, resistência à insulina e maior risco de doenças como infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e Diabetes tipo 2.

A circunferência abdominal é um dos indicadores utilizados para identificar possível excesso de gordura visceral. Medidas superiores a 101,5 centímetros em homens e 89 centímetros em mulheres, na altura do umbigo, podem indicar acúmulo de gordura na região. No entanto, exames como bioimpedância e ressonância magnética são considerados mais precisos para confirmar o diagnóstico.

Estabelecer metas de emagrecimento graduais pode gerar impactos positivos na saúde. Pesquisas do Hospital Universitário de Tübingen, na Alemanha, indicam que a redução de aproximadamente 5% do peso corporal pode diminuir em cerca de 30% a gordura acumulada no fígado.

Estudos também apontam que a prática de exercícios físicos de alta intensidade pode ser eficaz no combate à gordura visceral. Uma pesquisa da Universidade Laval, no Canadá, concluiu que o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) apresentou maior redução da gordura abdominal quando comparado à musculação em participantes avaliados.

Além da prática regular de atividade física, especialistas recomendam manter uma alimentação equilibrada, sono de qualidade e acompanhamento médico quando houver fatores de risco para doenças metabólicas.

Sobre quem escreveu

Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.

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