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Medicina Geriátrica

Saúde do idoso

Anvisa proíbe sabonete Phebo contaminado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) emitiu uma medida cautelar em 2025 interditando um lote específico de sabonete líquido. O produto afetado

Por Cristina Leroy Silva3 min de leitura

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu uma medida cautelar em 2025 interditando um lote específico de sabonete líquido. O produto afetado é o Sabonete Líquido Phebo Tradicional Alecrim, do lote 110, fabricado em outubro de 2025.

A decisão foi tomada após análises de laboratório encontrarem bactérias nocivas no produto. Foram identificados os microrganismos Pseudomonas aeruginosa e Burkholderia cepacia, que oferecem risco sanitário.

A fabricante informou que houve uma falha pontual no processo de fabricação. A empresa já havia iniciado um recolhimento voluntário, mas a Anvisa decidiu oficializar a proibição de comercialização e uso para retirar o lote contaminado de circulação.

As bactérias encontradas são consideradas oportunistas. A Pseudomonas aeruginosa pode causar infecções graves em olhos, ouvidos, pele e problemas respiratórios. Em pessoas com baixa imunidade, a contaminação pode levar a infecções sistêmicas.

A Burkholderia cepacia é especialmente perigosa para pessoas com doenças respiratórias crônicas.

Consumidores que possuem o produto do lote 110 em casa devem suspender o uso imediatamente. O descarte deve ser feito com a embalagem fechada dentro de um saco plástico.

Para solicitar troca ou reembolso, é necessário contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa. O telefone é 0800-775-2929 e o e-mail é [email protected]. A fabricante afirma que os demais lotes e fragrâncias da linha estão seguros.

Se houver irritações, febre ou sinais de infecção após o uso do sabonete, é preciso procurar atendimento médico. A ocorrência também deve ser relatada nos canais oficiais de farmacovigilância.

O sistema Notivisa é a ferramenta adequada para notificar incidentes com produtos de higiene. Comunicar a Anvisa sobre esses casos ajuda a prevenir novas falhas.

A agência reguladora continua acompanhando o processo de recolhimento e analisando os relatórios de qualidade da fábrica. A proibição reforça a importância de verificar o número do lote nas embalagens de produtos de uso diário.

A ação da Anvisa mostra o funcionamento dos sistemas de monitoramento nacionais. A proteção do consumidor contra microrganismos é uma prioridade que requer atenção constante das autoridades e da população.

A notícia foi publicada no site Terra Brasil Notícias em 05 de abril de 2026, com informações de Guilherme Silva. O caso envolve a interdição de um item de higiene pessoal bastante conhecido no mercado brasileiro.

Proibições deste tipo são parte da rotina de vigilância sanitária, que realiza testes periódicos em diversos produtos. A contaminação microbiológica em cosméticos e saneantes é um dos focos das inspeções.

Episódios anteriores de recolhimento de produtos também seguiram protocolos similares, com alerta público, orientação aos consumidores e investigação da causa raiz do problema na linha de produção.

Sobre quem escreveu

Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.

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