Saúde do idoso
Anvisa proíbe venda de suplemento para diabetes e ordena apreensão
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da venda e divulgação de suplementos alimentares da marca Top New em todo o
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata da venda e divulgação de suplementos alimentares da marca Top New em todo o Brasil. A decisão, publicada nesta terça-feira (16/6), também autoriza a apreensão dos produtos. A medida foi tomada após a identificação de irregularidades graves.
Segundo a Anvisa, os suplementos da marca eram vendidos com alegações terapêuticas. Entre as promessas estavam efeitos sobre diabetes, colesterol e alívio de sintomas de gastrite. A agência informou que esse tipo de publicidade é proibido para suplementos alimentares, pois eles não podem ser apresentados como tratamento, prevenção ou cura de doenças.
A agência adotou um conjunto de ações rigorosas para conter a circulação dos produtos. A medida tem efeito imediato e atinge toda a cadeia de comercialização. De acordo com a Anvisa, os suplementos da marca apresentavam um problema central: origem desconhecida. Esse fator foi decisivo para a adoção das medidas sanitárias emergenciais.
Além disso, os produtos eram amplamente comercializados pela internet sem comprovação de registro adequado ou garantias de procedência. Outro ponto crítico foi o uso de promessas terapêuticas, o que não é permitido para suplementos alimentares no Brasil, aumentando o risco ao consumidor.
Diante de casos como o da marca Top New, a Anvisa reforça a importância de atenção redobrada na hora da compra de suplementos. Produtos vendidos na internet exigem verificação cuidadosa. Para reduzir riscos, a orientação é observar sinais de irregularidade antes da compra.
No Brasil, suplementos alimentares são regulamentados e devem seguir regras específicas de segurança e rotulagem. Eles não podem, em hipótese alguma, ser divulgados como medicamentos. A legislação sanitária é clara ao proibir alegações de cura ou tratamento de doenças, mesmo que sejam feitas de forma indireta em campanhas publicitárias. Essas normas existem para evitar que consumidores sejam induzidos ao erro e abandonem tratamentos médicos adequados.
Sobre quem escreveu
Cristina Leroy Silva
Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.


