A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou o recolhimento imediato de um lote do leite condensado La Vaquita. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026.

A medida suspende a fabricação, a comercialização e o consumo do produto. A ação foi motivada por falhas graves de segurança identificadas.

A restrição atinge apenas o lote 183/3B do leite condensado semidesnatado. O produto é fabricado pela empresa Indústria, Comércio, Importação e Exportação de Alimentos Multlac Ltda.

A Anvisa retificou uma informação anterior. Inicialmente, foi divulgado que a fabricante era a Apti Alimentos Ltda. A agência sanitária esclareceu que essa empresa não tem relação com a fabricação do leite condensado La Vaquita.

O laudo que reprovou o lote foi emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). O teste microbiológico detectou a presença de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP).

A contaminação estava acima dos limites permitidos pela legislação vigente. A ingestão de produtos com essa condição pode causar problemas de saúde.

Entre os possíveis sintomas estão vômitos, dores abdominais e desidratação. A fiscalização tem o objetivo de impedir que o lote específico seja consumido.

A base legal para o recolhimento é a Resolução-RE nº 405. Ela estabeleceu uma interdição cautelar no dia 2 de fevereiro. A nova publicação formaliza o recolhimento e proíbe a propaganda do produto.

A retificação da norma assegura que o processo de devolução do estoque seja direcionado à empresa correta, a Multlac. O objetivo é evitar prejuízos a empresas não envolvidas no problema.

A orientação para os consumidores é verificar a embalagem do produto. É necessário procurar pela identificação do lote na lateral ou no fundo da lata.

Se o lote for o 183/3B, o consumo deve ser interrompido. O consumidor deve entrar em contato com o serviço de atendimento da fabricante para pedir substituição ou reembolso.

Guardar a nota fiscal da compra pode facilitar o processo de devolução. Pontos de venda que ainda estiverem comercializando o lote proibido devem ser denunciados às autoridades de vigilância sanitária local.

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Cristina Leroy Silva

Formada em letras pela UNICURITIBA, Cristina Leroy começou trabalhando na biblioteca da faculdade como uma das estagiárias sênior. Trabalhou como revisora numa grande editora em São Paulo, onde cuidava da parte de curadoria de obras que seriam traduzidas/escritas. A 4 Anos decidiu largar e se dedicar a escrever em seu blog e sites especializados.